Moonlight
1
Voc grita, acordando de um nightmare.
Quando o sleepwalk de I em seu quarto, e escolh-o-er acima, e prend-o-er acima no moonlight, voc adere-se me duramente, como se se aderir poderia nos conservar. Eu penso voc pensa eu nunca morrerei, mim penso que eu exude a voc o permanence do fumo ou das estrelas, mesmo enquanto meus braos quebrados heal em torno de voc.
2
Eu ouvi-o dizer o sol, no vou para baixo, mim estive perto como voc disse a flor, no creso velho, no morro. Maud Pequeno,
Eu fundiria a flama fora de seu copo de prata, mim sugaria o rot de sua unha, mim escovaria seu cabelo sprouting da luz morrendo, mim rasparia a oxidao fora de seus ossos do marfim, mim ajudaria ao escape da morte atravs dos reforos pequenos de seu corpo, mim alchemize as cinzas de sua parte traseira do bero na madeira, mim no deixaria nada de voc ir, sempre,
at que os washerwomen sintam a queda da roupa adormecida em suas mos, e em galinhas riscar seu perodo atravs das lminas do hatchet, e dos ratos andarem afastado das culturas do praga, e o ferro torcer armas para o norte verdadeiro, e a graxa recusar deslizar na maquinaria do progresso, e os homens sentirem to livres na terra quanto pulgas nos corpos dos homens, e dos amantes nenhum sussurro mais longo presena ao lado deles na obscuridade, O corpse--est
No entanto talvez esta a razo que voc grita, esta o nightmare voc acorda gritar de: estando para sempre em pre-tremer de uma casa que caia.
3
Em um restaurante uma vez, todos que come quietamente, voc clambered acima em meu regao: a todos os mouthfuls que levantam-se para todas as bocas, no alto de sua voz voc gritou sua uma palavra, caca! caca! caca! e cada spoonful parou, um momento, dentro midair, em seu vapor withering.
Sim, voc adere-se porque I, como voc, only mais logo do que voc, ir abaixo o trajeto de alfabetos desaparecidos, o roadlessness ao outro lado da escurido,
seus braos gostam do de trs esquerdo das sapatas, como os adjetivos no discurso parando dos homens velhos, que uma vez poderiam se chamar acima dos substantivos perdidos.
4
E voc voc mesmo, alguma tera-feira impossvel no ano dois mil e nove, vontade anda para fora entre as pedras pretas do campo, na chuva,
e as pedras que dizem sobre sua uma palavra, ci-gicirct-gicirct, ci-gicirct-gicirct, ci-gicirct-gicirct,
e os pingos de chuva que batem o no fontanel repetidamente, e voc que est l incapaz deixaram-nos dentro.
5
Se um dia acontecer voc o achado voc mesmo com algum voc ama em um cafeacute em um fim do Pont Mirabeau, na barra do zinco onde o vinho branco est em vidros ascendentes da abertura,
e se voc cometer ento, como ns, o erro de pensar, um dia todo o isto ser somente memria,
aprender, enquanto voc est nesta extremidade da ponte de que os arcos, do amor, voc pensam, em resistir o amor, aprender alcanar mais profundo nos sorrows para vir - para tocar nos ossos quase imaginrios sob a cara, para ouvir sob o laughter o vento que grita atravs das pedras pretas. Beijar a boca que o diz que, aqui, est aqui o mundo. Esta boca. Este laughter. Estes ossos do temple.
O destilador undanced o cadence de desaparecer.
6
Na luz que a lua emite para trs, mim pode ver em seus olhos
a mo que acenou uma vez nos olhos do meu pai, um kite minsculo que balana distante acima no crepsculo de seu ltimo olhar:
e o angel de todas as coisas mortais deixa para ir a corda.
7
Parte traseira voc entra, em seu crib.
O ltimo melro ilumina acima suas asas do ouro: farewell. Seus olhos fecham-se dentro de sua cabea, no sono. J em seus sonhos as horas comeam a cantar.
O cabelo pequeno sprouting da durm-cabea no moonlight, quando eu volto ns sair junto, que ns a vontade anda para fora junto entre as dez mil coisas, cada uma riscada demasiado tarde com tal conhecimento, os salrios de morrer amor. |